domingo, 21 de julho de 2013

23 de Abril


O desejo de destruir é o mais próximo que lhe tenho  
é como evocar o passado no presente o mantendo vivo no futuro, 
a custa de sangue e choro inocente!  
Não, eu não quero que chegue este mês novamente  
e não quero sentir o cheiro dessas malditas flores frias
  Prefiro dormir ao lado dos perfumes que não uso mais  
enquanto seguro cartas que morro de medo de abrir.  
Pois, perto do fim, a exaustão do espírito e o declinar da alma 
são parte das amarras que vão me segurar  
E impedirão que eu procure os mortos entre os vivos!


 


Um comentário:

  1. Esta cada vez melhor, um gênero de escrita difícil, ate polemico mais gosto do texto.

    ResponderExcluir