domingo, 21 de julho de 2013

Soneto ao meu Amor eterno






Lembro perfeitamente dos seus primeiros sorrisos
bem como também suas primeiras lágrimas escondidas.
Juntos, eram as insígnias mais brilhantes que eu já vi.
As que acompanhavam suas vozes tristes e alegres.

Quantas vezes chorei e você quantas vezes nunca soube
quantas noites rezei pra você estar comigo onde estou,
preces bonitas e longas, chorosas que você nunca escutou.
Ouve gritos meu amor, tudo era desespero tudo era dor!

Hoje estou mais contente algo que me contou que está bem
você não compreende mas em meus sonhos te abracei forte.
Desejei sorte, segurei sua mão e a outra dei para a morte.

E ainda que estejamos a tantos milênios de anos luz
sinto saudades amor meu, tanta é a saudades de ser teu
Não sinto seu beijo, mas se fechar os olhos ainda te vejo.

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