O ódio é fruta doce e gelada
daquelas que você come até
as raízes das árvores mais amargas
e ainda assim as sente "doces"...
Doces farpas de cristais que pingam
dos teus olhos...
Cristais que queimam como se o
próprio sol tocasse a pele viva
destruindo a carne frágil desses
porcos gordos que só merecem
a morte verdadeira...
Assim pensamos e quase molhamos
a boca de fome e sede quando de
longe do outro lado véu nós vemos
belos inocentes deturpados os que
perdem seu brilho se tornam ocos
e vazios, saborosas casas sem alma!
daquelas que você come até
as raízes das árvores mais amargas
e ainda assim as sente "doces"...
Doces farpas de cristais que pingam
dos teus olhos...
Cristais que queimam como se o
próprio sol tocasse a pele viva
destruindo a carne frágil desses
porcos gordos que só merecem
a morte verdadeira...
Assim pensamos e quase molhamos
a boca de fome e sede quando de
longe do outro lado véu nós vemos
belos inocentes deturpados os que
perdem seu brilho se tornam ocos
e vazios, saborosas casas sem alma!
Nenhum comentário:
Postar um comentário