Poeta,
é o Ninfo
embebido de toda sátira,
é uma fada
despeitada e
outrora é
uma bruxa esperta.
É toda
princesa que envelhece
e cai o
peito.
Claro! É
todo Príncipe que vejo
Que até
dele mesmo esconde um desejo!
Poeta,
das luzes e
também das trevas.
Aquele que
deturpa o espírito das palavras
Atribui-lhes
dores e estados diferentes.
de sangue,
virgem.
de sêmen,
quente!
E de vozes
que cantarolam todas eloquentes
no pulso
dos ouvidos, dos meus e dos teus.
“Poetisa”
minha linda
e mais perfeita vadia
única
mulher que ouso adentrar e arrancar
suspiros
puros, lágrimas escuras
e todos os
possíveis gemidos sujos!
“Poetisa”
filha de
águas turvas e tristes,
da vagina
das Evas, e de também de Lílith
Do luar
vulgar prostituído ao grande sol.
Meninas
bonitas são mulheres deliciosas,
p'ros
faunos de ontem e também p’ros atuais.
Os que nos
poetas sabemos bem como fazer
Ou letrar
em feitiços cheios de rimas.
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