A noite escura e fria adormece meu corpo em meio
ao vão do tempo,
então meu coração se cala num profundo e místico silencio.
E meus pensamentos fogem a sua conduta levando meus olhos a pairarem sobre um ar viciado.
Não me dou conta de onde estou amaldiçoada seja a noite que me sucumbiu em teu seio.
Pregando-me a cruz de solidão, deixando que o peso de meu corpo esmagasse meu pulmão.
Parece se deleitar com meu sofrimento e se encher de alegria nessa tortura ao relento.
E ainda por cima olhar pra suas estrelas, malditas pedras risonhas que zombam de mim,
pequenas pontas de gelo iluminadas cuspidoras de cacos e flocos de neve e vidro.
Como se a natureza fizesse do mal sua orquestra sinfônica para com os mortais.
Exclamando em suas notas ressoantes e malditas sua fiel vingança.
então meu coração se cala num profundo e místico silencio.
E meus pensamentos fogem a sua conduta levando meus olhos a pairarem sobre um ar viciado.
Não me dou conta de onde estou amaldiçoada seja a noite que me sucumbiu em teu seio.
Pregando-me a cruz de solidão, deixando que o peso de meu corpo esmagasse meu pulmão.
Parece se deleitar com meu sofrimento e se encher de alegria nessa tortura ao relento.
E ainda por cima olhar pra suas estrelas, malditas pedras risonhas que zombam de mim,
pequenas pontas de gelo iluminadas cuspidoras de cacos e flocos de neve e vidro.
Como se a natureza fizesse do mal sua orquestra sinfônica para com os mortais.
Exclamando em suas notas ressoantes e malditas sua fiel vingança.

Nenhum comentário:
Postar um comentário