domingo, 21 de julho de 2013

Soneto da Infelicidade


A sombra as minhas costas, essa que é jovem e sem vida.
não pode contar a metade das minhas historias e dor que passo
quem dirá todos os sonhos que tive, os que tentei e os que faço
Tão pouco por onde andei e quem chorei, nesse mundo triste e vasto.

As dúvidas quais todas as manhãs e madrugadas sou submetido a sentir
aos lugares frios e cheios de saudade, magoa, mas que tenho de ir
os medos que tento não ouvir e demônios que de mim tento extrair,
Lágrimas que seguro pra não cair e molhar o caminho que tenho de seguir.

Você não sabe, nunca soube tão pouco quis e duvido que vai saber
quem eu desejei muito ser e o quanto fui desiludido pelo que devo ser
as lutas de todos os dias que eu tentei vencer e tanto que deixei de ter.

Minha certeza é minha única madrinha nessa terra sofrida e incerta
por que nela habita a dor que meu peito aperta, sufoca e rouba.
Essa dor que não é minha para o colo da morte me  prepara e alerta.




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