sábado, 7 de dezembro de 2013

Tristes Tercetos de Sal III




Não há motivos, nenhum.
E sem eles que faço? Quem?!
Não tenho os faróis de que

Preciso pra ir e este mar agitado
Afunda meus barcos tentativas
Em menos de segundos tolos...

Suicida como sou, estou a nadar
Contra essas serpentes bravas e
Estas sereias malditas gritantes.

Quero um pedaço da terra onde
Você pisa, onde existe chão e há
Terraço para meu coração velejo

Que em meio à chuva, e essa água
Eterna ainda acha espaço para um
Pejo em lembrar como é teu beijo!

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