Fio de prata
alienado as palavras ditas e malditas.
Aos momentos
oportunos e também inoportunos.
As folhas
secas que um dia a de caírem neste chão!
Fios alienados
aos entrelaços de amores e paixões.
Aos corações de
gelo e pedra que sólidos padecem.
As almas em
espelhos que procuram em reflexos
Alheios o seus
próprios numa busca desesperadora,
Esse encanto
alienado a todos os medos mundanos
Aos olhos já
sem brilho algum e as bocas terminadas.
Prazeres momentâneos
e os momentâneos prazeres.
Aos jardins
que secos falecem e os felizes feixes de
Espinhos que
fortes florescem como espadas fiéis.
Ao sino da
morte que num simples badalar de verso
Finita e
recolhe suas almas à mudar nesse universo...

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