domingo, 1 de dezembro de 2013

Fio de Prata




Fio de prata alienado as palavras ditas e malditas.
Aos momentos oportunos e também inoportunos.

 As folhas secas que um dia a de caírem neste chão!

Fios alienados aos entrelaços de amores e paixões.
 Aos corações de gelo e pedra que sólidos padecem.

As almas em espelhos que procuram em reflexos

Alheios o seus próprios numa busca desesperadora,
 Esse encanto alienado a todos os medos mundanos

Aos olhos já sem brilho algum e as bocas terminadas.

Prazeres momentâneos e os momentâneos prazeres.
Aos jardins que secos falecem e os felizes feixes de

Espinhos que fortes florescem como espadas fiéis.

Ao sino da morte que num simples badalar de verso
Finita e recolhe suas almas à mudar nesse universo...

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