Debruçou
o seu pescoço já frio
Onde os
corvos lhe comessem
Os olhos
e bicassem seus lábios
Para
que não mais pudesse ver e
Não mais
sentisse vontade de tocar
Na boca
de quem já se foi no vento
Tamanho
foi descontentamento do
Jovem
louco alucinado que este pulou
Despiu
toda vida sofrida e dela partiu.
Mais
tarde pousou o espírito choroso
Nas asas
das aves negras e com elas
Descansou
em sofrimento e eterna dor!

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