A moça esperou até
que do céu eterno
Caíssem as estrelas e
o sol se apague!
Esperou ate tudo não
passar de trevas.
Mas ele não voltou,
este, seu amor foi-se
E nas águas salgadas
e amaldiçoadas do mar
Imortalizou sua
lembrança na saudade dela!
Que por sua vez
morreu sozinha, seca e fria.
Testemunhada pelas sirenes
que haviam ali.
As que choraram por
anos em memórias dela!
O choro era como uma
canção feita de elegias
De pura dor, que
passeavam agora no vento
Somente, e entoada
pelos casais descontentes!
A moça tornou-se
areia do tempo e sem medo
Partiu para o
infinito com esperanças de lá ou
Até depois do imortal
esperar por seu marido!

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