domingo, 17 de novembro de 2013

Succubus





Dormi com todos os homens desta vila
Enquanto segurava o coração de suas
Esposas com as mãos eu os deixavam
Escorrer para dentro de mim todo sumo
Branco e grosso daqueles galhos grossos.
Os envolvia em toda sorte de gemidos e
Agouros doloridos que para eles ressoavam
Como cantigas doces de uma sereia viva.
Até os pelos que abraçavam minha boceta
E o meio de minha bunda os atraiam com
Gestos grosseiros infalíveis e completamente
Alucinógenos embebidos de loucuras  e de
Tantas perversões possíveis aos olhos...
Enquanto cada um furava as paredes de
Meu útero de vadia perfeita eu os observava
Perder gota por gota a vida dentro da viúva.
Esfolavam-se todos e tiravam suas rolas
Quentes de meus buracos apertados cobertos
De sangue e sêmen tanto meu quanto deles!

-E pelo ato consumado e almas vendidas aqui
Fornicaremos para sempre como amantes de
Uma grande família orgia e deixaremos que toda
Podridão e lama lave nossas almas pervertidas
Para que possamos nos imortalizar no pecado
E imitar até o fim sem fim, Gaia e Urano.



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