Dormi com todos os homens
desta vila
Enquanto segurava o
coração de suas
Esposas com as mãos
eu os deixavam
Escorrer para dentro
de mim todo sumo
Branco e grosso
daqueles galhos grossos.
Os envolvia em toda
sorte de gemidos e
Agouros doloridos que
para eles ressoavam
Como cantigas doces
de uma sereia viva.
Até os pelos que abraçavam
minha boceta
E o meio de minha bunda os
atraiam com
Gestos grosseiros infalíveis
e completamente
Alucinógenos embebidos
de loucuras e de
Tantas perversões possíveis
aos olhos...
Enquanto cada um
furava as paredes de
Meu útero de vadia
perfeita eu os observava
Perder gota por gota
a vida dentro da viúva.
Esfolavam-se todos e
tiravam suas rolas
Quentes de meus
buracos apertados cobertos
De sangue e sêmen
tanto meu quanto deles!
-E pelo ato consumado
e almas vendidas aqui
Fornicaremos para
sempre como amantes de
Uma grande família orgia
e deixaremos que toda
Podridão e lama lave
nossas almas pervertidas
Para que possamos nos
imortalizar no pecado
E imitar até o fim
sem fim, Gaia e Urano.

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