Quase quebro minha
coluna ao fazer desta
Uma onda de
movimentos grossos sobre as
Tuas costas que te
perfuram a bunda com
Toda ponta de amor é
fúria que te dedico.
É como montar num
cavalo marinho cheio
De relâmpagos e
espasmos da carne vistos
E escritos na forma
de gemidos e dos mais
Altos gritos, nossos
duetos pervertidos de
Amor desenhado nas
curvas e em nossa dor.
Somos como dois loucos
abraçados ao pecado
Derretendo toda norma
de sociedade em suor
De quatro e entregues
sem dó ao desejo puro
Do coração do puto
que devora o cavalheiro...
E que escreve suas
histórias com tinta orgasmo
E medo, medo de não
ter medo de sentir medo
E assim convertem
seus corpos epiléticos numa
Perfeita e úmida
simbiose decorada dos poetas.
Dos perversos príncipes
que fazem de seus tronos
E coroas dias, dias
inteiros e brancos de orgia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário