dá-se nome aos nefandos quando as estrelas
caírem na terra e queimarem a pele dos mortais.
Como pedaços do sol tocando o planeta com gozo
- é que merecemos mais esta lama que seus homens,
seus habitantes nobres e suicidas destruidores e
devoradores de tudo o que lhes é bom, monstros quais
faremos banquetes, sopas e guisados com suas tripas.
E em seus corações costuraremos sapos e escorpiões.
Feitiços e encantamentos para prender suas almas podres
em nossas garras e asas negras feitas das trevas de seu
universo horrendo, pois, somos nós, as mortes que tanto
procuram no céu! Eu sou o verbo não encarnado por escolha,
imortal na fumaça e em espírito, dono da eternidade e da luz
que raia a manhã a estrela maior dos sonhos lascivos e das
escolhas desobedientes, sou o pai da verdade minha e o filho
das verdades de cada homem vivente sobre a poeira dos meus
pés...







