No fundo bem próximo
do fim,
gosto destes tons de
cinza em tudo.
Colorem minha vida em
aquarelas
Monocromáticas, frias
e também sofridas.
Aproximam-me das
lembranças plenas que
Confundem-se com as
dores da vida e que
Perdem-se no lampejo
dos meus olhos tortos
que desaprenderam a
sonhar.
Nada mais são que
buracos negros vazios
cheios de choro, os
quais inundam as estradas
que meu coração
percorreu, se escorreu e
Morreu só.
Ali habita a
escuridão e o frio do medo que
é meu fiel confidente
e também companheiro.
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